Bikes compartilhadas voltam a circular em dois meses

Semob aprova proposta para implementar sistema em quatro pontos do DF: Asa Norte, Asa Sul, UnB e Sudoeste

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A proposta para a implantação, operação e manutenção do Sistema de Bicicletas Públicas Compartilhadas do Distrito Federal, apresentada pela empresa Tembici (MI Transportes Sustentáveis Ltda), ganhou aprovação da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob). O resultado do chamamento público para escolha da parceria foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (30). A empresa tem o prazo de 75 dias, após a assinatura do contrato, para colocar o sistema em operação.

R$ 238,80 – Preço estimado para o plano básico anual

O sistema será uma alternativa de transporte e mobilidade para a população. De acordo com a proposta aprovada, inicialmente as bicicletas compartilhadas ficarão disponíveis em quatro pontos: Asa Norte, Asa Sul, Universidade de Brasília (UnB) e Sudoeste.

A empresa apresentou também a previsão de tarifas. A viagem avulsa deve custar R$ 4,30, mas os usuários terão opções de adquirir pacotes. O plano para 48 horas pode sair por R$ 20, enquanto o pacote básico mensal deverá custar R$ 29,90. Já o plano mensal para uso frequente tem o preço previsto de R$ 39,90. Os ciclistas também poderão adquirir plano básico anual por R$ 238,80 ou assinatura anual de uso frequente por R$ 358,80.

Estações e oferta

Conforme a proposta da Tembici, inicialmente, serão implantadas 70 estações com oferta de 500 bicicletas, distribuídas nas localidades da área central de Brasília. A expectativa da Semob é que a demanda seja grande logo no início, para que a empresa estenda a oferta às demais cidades.

Sistema de bicicletas públicas não trará custos ao GDF

De acordo com o projeto, as bicicletas compartilhadas deverão estar disponíveis nos locais com maior demanda, de forma a integrar os deslocamentos dos pedestres com o transporte coletivo. O serviço poderá ser ampliado em outras regiões administrativas. Ao todo, sete lotes foram anunciados para negociação com o setor privado.

O sistema de bicicletas públicas não implicará custos adicionais ao GDF e deverá oferecer planos diferenciados para usuários eventuais, habituais e de uso intenso. O acesso e uso dos equipamentos se darão por meio de aplicativos de celular (smartphone). Será uma nova alternativa de transporte e mobilidade à população.

*Com informações da Semob

Por Agência Brasília com informações de Sandra Barreto da Gazeta do DF

Foto Renato Araújo/Agência Brasília