A Copa do Mundo é sinônimo de reencontro para o engenheiro civil Diego Hernández, de 25 anos. Morando no Brasil desde 2016, o equatoriano faz questão de manter viva a tradição de torcer pela seleção do país natal ao lado de outros compatriotas durante o Mundial.
A estreia do Equador contra a Costa do Marfim, neste domingo (14/6), reuniu dezenas de torcedores na Embaixada do Equador, em Brasília. Para Diego, a celebração coletiva ajuda a diminuir a saudade de casa. “Passei as Copas aqui. de 2018, 2022 e agora em 2026 aqui no Brasil. Geralmente a galera se reúne na embaixada ou na casa dos amigos. A gente sempre dá um jeito de assistir junto”, contou.
Segundo ele, esses encontros vão além do futebol e fortalecem os laços entre os equatorianos que vivem longe do país de origem. “É como ter um pedaço do Equador no aqui. A maioria de nós mora só ou tem poucos familiares. Então é muito bom ter esse vínculo. Apesar de não sermos família de sangue, somos família de coração e de afeto”, afirmou.
Para Diego, vestir a camisa da seleção e compartilhar a torcida com outros conterrâneos é uma forma de preservar a identidade e manter viva a conexão com as próprias raízes, mesmo a milhares de quilômetros de casa.
Fonte Correio Braziliense
Foto: Paulo Gontijo/CB/D.A.Press













