Érika Leal, repórter da Record Brasília, morre aos 47 anos

Profissional estava internada havia cerca de dois meses após sofrer um acidente doméstico e construiu carreira marcada pela atuação em diferentes áreas do jornalismo

A jornalista Érika Leal morreu nesta terça-feira (7/7), em Brasília, após passar cerca de dois meses internada em coma em decorrência de um acidente doméstico. Repórter da Record Brasília há sete anos, ela construiu uma carreira voltada à cobertura de temas como política, economia, cultura e entretenimento.

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Érika também era mestre em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, na Inglaterra. Fluente em inglês, utilizava o conhecimento para entrevistar fontes internacionais, produzir conteúdos bilíngues e traduzir informações durante a apuração de reportagens.

Antes de chegar à Record Brasília, a jornalista trabalhou por mais de sete anos no Grupo Bandeirantes de Comunicação, na capital federal. No período, atuou como editora de texto e repórter, acompanhando pautas de alcance local, nacional e internacional.Play Video

Além da televisão, Érika Leal também produzia conteúdo sobre gastronomia vegana e vegetariana nas redes sociais, por meio do perfil “Virando Veganas”.

Com uma trajetória dedicada ao jornalismo, Érika deixa um legado marcado pela atuação em diferentes áreas da comunicação e pela cobertura de temas de interesse público.

A Rede Record divulgou nota de pesar pela morte de Érika Leal: 

A Record está em luto pela perda da jornalista Érika Leal, que morreu nesta terça-feira (7), aos 47 anos, em Brasília. Ela estava internada havia cerca de dois meses no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), em coma, após sofrer um acidente doméstico.

Érika fazia parte da equipe da Record Brasília desde 2019 e construiu uma trajetória marcada pelo profissionalismo, pela sensibilidade e pelo compromisso com a informação. Ao longo da carreira, participou de importantes coberturas nas áreas de política, economia, cultura e entretenimento, sempre com dedicação, elegância e respeito ao público.

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG), era mestre em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, na Inglaterra. Fluente em inglês, acumulou experiência em televisão, rádio, internet, jornal, revista e assessoria de imprensa. Atualmente, também apresentava o programa Interesse Público, do Ministério Público Federal, exibido pela TV Justiça.

Érika deixa as filhas Jaqueline, de 19 anos, e Jéssica, de 17. Sua partida deixa um vazio entre colegas, amigos e familiares, que guardam a lembrança de uma profissional talentosa, generosa e apaixonada pelo jornalismo.

Neste momento de profunda tristeza, a equipe da Record Brasília presta suas mais sinceras condolências.

Sindicato e Comissão lamentam morte

A Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial do Distrito Federal (Cojira-DF) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) lamentaram a morte da pofissional em um post nas redes sociais. Segundo as instituições, a jornalista era uma profissional “competente e ser humano especial”.

“Sua partida abre uma lacuna na cobertura de imprensa comprometida com a qualidade da informação e com o mais digno humanismo de uma mulher e profissional negra de inestimável valor. Uma perda para a sociedade e o jornalismo do DF”, continua o texto.

Fonte Correio Braziliense
Foto: Reprodução/Redes sociais