O professor e escritor Filemon Félix de Moraes faleceu aos 67 anos após lutar contra um câncer. A morte foi neste último domingo em sua residência no distrito de Olhos D’Água, em Alexânia. O falecimento mobilizou manifestações de pesar de familiares, amigos e alunos acompanhados por ele ao longo de sua trajetória na docência, com pessoas deixando mensagens sobre o impacto do educador e escritor na vida de quem passou por sua sala de aula.
Além da atuação em sala de aula, Filemon construiu carreira na literatura. Ele é autor de cerca de 36 livros — dos quais 26 voltados ao ensino didático e 10 dedicados a gêneros literários como poesia, contos e crônicas. O docente também presidiu a Academia Aguaslindense de Letras (Aletras) e integrou a Academia de Letras da Língua Portuguesa. Esta última deixou um recado nas redes sociais informando que recebeu com profundo pesar a notícia de seu falecimento: “Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares, amigos, alunos e todos que tiveram o privilégio de conhecer sua trajetória e seu trabalho dedicado à educação.”
Ainda na publicação, a Academia afirmou que Filemon deixa um legado de conhecimento, ensinamentos e histórias que permanecerão na memória de todos. Na postagem, muitas pessoas deixaram relatos de respeito, gratidão e carinho pelo docente. “Seu conhecimento, sua dedicação e sua forma tão especial de ensinar permanecerão na memória de todos que passaram por suas aulas”, disse um aluno.
Ainda na publicação, a Academia afirmou que Filemon deixa um legado de conhecimento, ensinamentos e histórias que permanecerão na memória de todos. Na postagem, muitas pessoas deixaram relatos de respeito, gratidão e carinho pelo docente. “Seu conhecimento, sua dedicação e sua forma tão especial de ensinar permanecerão na memória de todos que passaram por suas aulas”, disse um aluno.
Filemon era conhecido pelo amor às letras e também ao esporte, com o time do coração, o Fluminense. Ele nasceu em Poconé (MT) em 23 de março de 1959 e veio para Brasília em 1989. Antes de se dedicar integralmente à educação, atuou como militar, bancário e instrutor da Escola de Administração Fazendária (Esaf). Ele também trabalhou como assessor de Língua Portuguesa no Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).
Na capital federal, o docente fundou o Curso Professor Filemon, projeto que ofereceu aulas de língua portuguesa voltadas para exames vestibulares e concursos públicos. Segundo registros do curso, a iniciativa atendeu mais de 100 mil estudantes.
O velório será nesta segunda-feira, dia 28, na Subprefeitura de Olhos D’Água, a partir das 13h, e o sepultamento ocorrerá às 16h.
Fonte Jornal de Brasília
Foto: reprodução












