Cappelli promete regularização fundiária para os moradores do Sol Nascente

Candidato ao GDF pelo PSB caminhou pelo Trecho 3 da região nesta segunda-feira (24/8) e apresentou propostas para saúde, regularização fundiária e mobilidade

candidato ao Governo do Distrito Federal Ricardo Cappelli (PSB) iniciou a segunda semana de campanha no Sol Nascente, nesta segunda-feira (24/8), com uma agenda voltada à apresentação de propostas e ao contato direto com moradores e comerciantes do Trecho 3. Entre as principais promessas apresentadas pelo candidato estão o programa Fila Zero, para reduzir a espera por atendimento na rede pública de saúde, a regularização de imóveis e medidas para diminuir o tempo gasto pelos trabalhadores no transporte público.

No Sol Nascente, Cappelli destacou a regularização fundiária como uma das prioridades de seu programa de governo. Cappelli apresentou o programa A Casa é Sua, que, segundo ele, terá como objetivo garantir segurança jurídica às famílias que ainda não possuem a escritura dos imóveis onde vivem. “Nós temos um problema grave que é de regularização fundiária. Nós vamos lançar o programa A Casa é Sua. Vamos regularizar todos os imóveis pelo menor valor legal possível. As famílias precisam ter segurança, precisam ter a sua escritura”, afirmou.

O candidato afirmou que pretende contratar profissionais de saúde e realizar mutirões para enfrentar a fila de pacientes que aguardam atendimento no DF. “Nós vamos apresentar o programa Fila Zero, para zerar a fila na saúde do Distrito Federal, contratando os médicos que estão faltando, contratando os enfermeiros e fazendo mutirões para acabar com mais de 30 mil pessoas na fila da saúde”, declarou.

A mobilidade urbana também foi um dos temas abordados pelo candidato durante a agenda. Cappelli voltou a defender a ampliação das faixas exclusivas para ônibus, do BRT e do metrô para reduzir o tempo de deslocamento entre as regiões administrativas e o Plano Piloto. A proposta estabelece como meta que o trabalhador leve, no máximo, uma hora para ir de casa ao trabalho. “Não é possível que as pessoas gastem duas, três, quatro horas por dia no transporte da porta de casa para chegar no trabalho. Nós vamos mudar isso com o programa no máximo até uma hora”, disse.

Fonte Correio Braziliense
Foto: Ana Carolina Alves/CB/D.A.Press