A dor de visitar o túmulo de um parente foi multiplicada no último domingo (12/7), quando uma família percebeu que a lápide tinha sido violada. À polícia, a família denunciou o fato e também que o crânio da pessoa enterrada havia sido furtado.
A família foi avisada pelo zelador, que faz os cuidados do jazigo, que percebeu que o mármore da sepultura estava destruído. A família registrou um Boletim de Ocorrência na 17ª DP (Taguatinga Norte) informando sobre a violação da sepultura.
Sobre a denúncia de furto do crânio, o delegado responsável pelo caso, Mauro Aguiar, comentou que as investigações continuam. “Estamos na fase de análise da ocorrência. Ainda não podemos afirmar que houve furto ou violação do depósito de ossos”, disse.
Em nota, o Campo da Esperança Serviços Ltda. afirmou que “em respeito à família e para não atrapalhar as investigações, a empresa não vai se pronunciar sobre o caso”.
A empresa também esclareceu que a vigilância nos cemitérios é feita 24 horas por dia por equipes de seguranças armados. “Porém, como agente privado, não é possível impedir todos os atos criminosos”, pontuou.
Fonte Correio Braziliense
Foto: Carlos Vieira/CB











